INSS anuncia pente-fino com 152 mil beneficiários de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez

O Governo Federal publicou edital nesta quinta-feira (12) no “Diário Oficial da União” que convoca para perícia médica pessoas que recebem auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Paralímpicos falam sobre bullying e inclusão de deficientes

Marco Aurélio e José Jesus, atletas paralímpicos medalhistas em olimpíadas, estiveram no Colégio Renil, em Mauá, palestrando para alunos dos 6º e 7º anos abordando dois assuntos muitos discutidos na atualidade: bullying e a inclusão de deficientes.

Fazendinha é diferencial no Jardim Renil Kids

As crianças são incentivadas a, diariamente, participarem no trato aos animais como alimentação e cuidados, bem como a acompanhar o crescimento das plantas, principalmente das hortaliças.

Arena da “Patrulha Canina” invade o Mauá Plaza Shopping

Várias atividades da turminha mais corajosa da televisão estarão na Praça de Eventos a partir do dia 10 de abril. As inscrições são gratuitas e podem participar crianças de 03 a 12 anos.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Unidades do Detran.SP fecham nos dias 12 e 13 de Carnaval

Todos os postos retomarão o atendimento a partir das 12h da Quarta-feira de Cinzas, 14 de fevereiro

Devido ao feriado de Carnaval, as unidades do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) em todo o Estado estarão fechadas nos dias 12 e 13 de fevereiro, próximas segunda e terça-feira. O atendimento será retomado na Quarta-feira de Cinzas, dia 14 de fevereiro, às 12h. Os postos Poupatempo seguirão o mesmo calendário de funcionamento, então os serviços do Detran.SP oferecidos neles não estarão disponíveis nessas datas.  A partir de quinta-feira, dia 15 de fevereiro, todas as unidades abrirão em seus horários habituais, que podem ser consultados no portalwww.detran.sp.gov.br ou pelo Disque Detran.SP. A central telefônica do Detran.SP também estará indisponível nos dias 12 e 13, mas volta a atender às 7h do dia 14 de fevereiro. Para quem reside em São Paulo ou em municípios com DDD 11 o telefone de contato é o 3322-3333. Já quem mora nas demais localidades pode ligar no 0300-101-3333.

Por que os pequenos negócios quebram?

*Por Erik Penna

Você sabia que, segundo o Sebrae, 98,5% das empresas no Brasil são micro e pequenos negócios? E segundo o IBGE, de cada 10 negócios abertos no Brasil, 6 fecham antes de completar 5 anos? Pasmem, nos Estados Unidos, esse dado é ainda mais negativo, pois lá, 80% das empresas fecham antes de cinco anos de atividade. 

Dados preocupantes e que muito têm a ver com as três personalidades que existem dentro de cada dono de um pequeno negócio. Um estudo da E-Myth Worldwide, publicado no livro O Mito Empreendedor, de Michael Gerber, chegou à conclusão que, uma das principais razões para que a maioria das empresas fecharem as portas, é a briga entre as personalidades existentes dentro do próprio dono do negócio.

Segundo Gerber, há três tipos de personalidades dentro de cada empresário que abre um negócio e que o atrito entre elas é o principal culpado para a falta de prosperidade. São elas:

1) Técnico: é aquele que sabe colocar a mão na massa, gosta de fazer, representa 70% do perfil do empreendedor novato. Caracteriza-se por viver o presente, desconfia de ideias ambiciosas, é focado na realização e, por isso, acha que ninguém realiza uma tarefa tão bem como ele. Desta forma, defende a bandeira: “Se quer bem feito, faça você mesmo”. Um erro muito comum do técnico é pensar, quando empregado, que vai abrir um negócio e continuar fazendo a mesma coisa, ganhando mais e com maior liberdade por não ter patrão.

2) Administrador: é o perfil pragmático, que adora planejar. Vive o passado, afinal, aprende com os erros para se organizar melhor a cada dia. É daquele tipo que primeiro precisa conhecer a casa para só depois pensar em morar nela. Geralmente representa 20% do perfil de empreendedores. Sua bandeira é: “Se ele não planejar as coisas, nada de bom vai acontecer”.

3) Empreendedor: é o perfil sonhador, aquele visionário catalisador da mudança e representa 10% do perfil empresarial. Caracteriza-se pela criatividade e sempre chega com ideias para inovar o negócio, quer transformar continuamente sonho em realidade. Vive no futuro, do tipo que termina de construir a casa e já pensa na próxima. Sua bandeira é: “Se não for ele, ninguém cria nada”.

Agora imagine o encontro dessas três pessoas na empresa: o perfil empreendedor já chega falando que tem uma brilhante ideia. O administrador então retruca: Ah, não, nem terminei de planejar a primeira ideia e você já aparece com outra, pode esperar para nos organizarmos direito. E enquanto os dois estão discutindo o técnico aproveita para sair de fininho e já começa a colocar a mão na massa.
 
E essa guerra mental e cotidiana na cabeça do empresário costuma ser fatal para o desenvolvimento do negócio. E sabe o que é o mais agravante? Quando ele percebe que não está dando conta e decide contratar alguém para ajudar, é comum escolher uma pessoa com o mesmo perfil do seu, afinal, uma personalidade semelhante à sua irá agradá-lo e o problema tende a persistir.
 
Então a dica para evitar este ciclo negativo é ter a consciência de que o pequeno empresário que deseja crescer vai precisar dos 3 perfis. Mas cabe a ele reconhecer o seu perfil mais saliente e valorizar e dar espaço para as outras 2 personalidades atuarem dentro de cada decisão, ou encontrar pessoas com perfis complementares, podendo ser um funcionário ou até um sócio. 

É importante lembrar que grande é aquele que reconhece a grandeza do outro, ou seja, identificar, relevar e valorizar o perfil do outro e, a partir daí, trabalhar em harmonia para o bem do próprio negócio.
 
Além disso, é preciso saber treinar adequadamente as pessoas ao seu redor para poder delegar, pois, se a empresa depende de você para tudo, na verdade você estará atuando mais como empregado do que empresário. 


Erik Penna é palestrante de vendas e motivação, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico - Como Encantar e Surpreender Clientes” e “O Dom de Motivar na Arte de Educar”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br

Adjunto na Anvisa será secretário de Saúde em Mauá

Ricardo Burdelis, número 2 em diretoria comandada por Dib, vai administrar a Saúde no município

Extraído do Diário do Grande ABC - Raphael Rocha

O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), definiu ontem o novo secretário de Saúde. Diretor adjunto de controle e monitoramento sanitários da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o nefrologista Ricardo Eugênio Mariani Burdelis aceitou convite do socialista e vai ocupar a Pasta, segundou apurou o Diário.
O comando do setor estava vago há dois meses, desde que o ex-vice-prefeito Márcio Chaves (PSD) pediu demissão do cargo para ocupar a Secretaria de Saúde de Santo André, no governo de Paulo Serra (PSDB).

Burdelis é formado na FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), possui MBA em Saúde pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e atuou como médico e gestor médico no Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André. Burdelis vai pedir exoneração da função em Brasília e deve começar a trabalhar em Mauá em março.
Ele estava como diretor adjunto em uma das diretorias da Anvisa desde o ano passado, quando aceitou convite do ex-prefeito de São Bernardo William Dib. Dib é quem comanda a diretoria de controle e monitoramento sanitários da agência vinculada ao governo federal. A ida de Burdelis para a Prefeitura de Mauá foi tratada com o ex-prefeito são-bernardense.
Atila também definiu que o médico Antônio Carlos Marques, ex-vereador e ex-secretário de Saúde de Barueri, será o superintendente do Hospital de Clínicas Doutor Radamés Nardini. O nome dele terá de passar por apreciação da FUABC (Fundação do ABC), que atualmente é gestora do equipamento público.
O atual superintendente é Vanderley da Silva Paula, que já atuou como diretor clínico do Hospital Mário Covas. Ele estava na função desde junho, quando herdou vaga de Renata Martello. Vanderley já havia comunicado Atila no fim do ano passado sobre o desejo de deixar a chefia do maior complexo hospitalar da cidade, antes mesmo da saída de Márcio Chaves. Ele alegou motivos pessoais e problemas de ingerência para solicitar o desligamento.
Desde a saída de Márcio Chaves, a Secretaria de Saúde era administrada interinamente pelo secretário de Assuntos Jurídicos do Paço, Rogério Babichak, mas Atila se classificava como “secretário político” da Pasta. Ele até despachou do Hospital Nardini.
Burdelis terá como missão imediata tratar da renovação ou não do contrato com a FUABC. O acordo vence no fim do mês e a Fundação manifestou interesse em continuar atuando no município. Tanto que aceitou rever a dívida cobrada da cidade por parcelas em atraso.
Antes de chegar ao nome de Burdelis, Atila convidou Cláudio França, ex-secretário de Saúde de São Vicente e irmão do vice-governador Márcio França (PSB). Mas Cláudio rejeitou a sondagem porque nutre esperanças de herdar cargo destacado quando o irmão for alçado ao comando do Palácio dos Bandeirantes – o governador Geraldo Alckmin (PSDB) terá de se desincompatibilizar da função para concorrer à Presidência da República.
Atila não retornou aos contatos da equipe do Diário. 

Mulheres terão tratamento especial na hora de se aposentarem

Por Jalila Arabi
As mulheres são maioria no Brasil. No ano passado, com mais de 208 milhões de pessoas no País, elas representavam mais da metade da população, com 50,65% - contra 49,35% dos homens. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa é de que, em 2030, o número nacional de mulheres pule para 50,87%.



A expectativa de vida da população feminina também é maior do que a masculina. Em 2016, quando a idade média brasileira ficou em 75,8 anos, a da mulher chegou a 79,4 anos, enquanto a dos homens foi de 72,2 anos. Mesmo com diferença nessa expectativa, o Brasil ainda é um dos poucos países que não tem estipulada uma idade mínima para aposentadoria.

Segundo informações da Fazenda, o Brasil é um dos países que possui o maior diferencial de idade mínima para receber o benefício entre homens e mulheres, na faixa de cinco anos, sendo 65 anos para eles e 60 para elas, em média. Espanha e Portugal, por exemplo, não fazem essa diferenciação – homens e mulheres se aposentam com a mesma faixa etária.

“Eu acredito que mais adiante, não com essa reforma proposta, a idade entre homens e mulheres no Brasil deverá se igualar, assim como acontece em outros países”, prevê o financista Marcos Melo. O especialista pondera, porém, que isso só seria possível de acontecer com melhores condições. “É preciso verificar e promover um avanço da sociedade, para que as pessoas possam se aposentar mais tarde tendo mais saúde, mais condições de trabalho, acesso a serviços públicos de qualidade, para que se permita uma longevidade maior.”

Mulheres na Previdência

Atualmente, o Brasil não conta com idade mínima para aposentadoria. A proposta da reforma da Previdência, prevista para entrar em pauta no Congresso ainda em fevereiro, prevê que os homens se aposentem aos 65 anos e as mulheres aos 62 até 2038. Até lá, a idade aumentaria gradualmente, começando com 55 para os homens e 53 para as mulheres.  

O pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE - FGV) Bruno Ottoni garante que a população – em especial as mulheres – não será prejudicada com as mudanças previstas. “Do ponto de vista constitucional, os direitos adquiridos não podem ser retirados. Então, não há perda dos direitos no sentido de que aquelas pessoas que têm uma previsão, já estavam em vias de se aposentar ou já estão hoje aposentadas não terão nenhuma alteração no seu regime.”

Na prática, a única mudança para as mulheres é a da idade mínima, como explica Marcos Melo. “A única mudança é essa, de, gradualmente, depois de 20 anos, as mulheres se aposentarem aos 62 anos.”

Tratamento especial

Segundo publicação da Fazenda, as mulheres terão tratamento especial com a reforma. A proposta prevê a diferenciação na idade entre homens e mulheres, mesmo que não houvesse nenhum dano a elas com uma possível equiparação, como é feita em outros países.

“Nos parece justo que as mulheres tenham uma idade inferior à dos homens para se aposentar, pois leva-se em consideração que a mulher, de modo geral, tenha uma dupla jornada de trabalho. Além de estar empregada e ter uma atividade que gere renda, culturalmente falando ela ainda cuida da casa e dos filhos, tendo, assim, uma carga maior de esforço em relação ao homem”, comenta Marcos. As mulheres ainda dedicam o dobro de tempo com cuidados domésticos em relação aos homens. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), em 2016, elas trabalharam 20,9 horas semanais contra 11,1 horas deles.


quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Censo escolar revela que 10% dos alunos não concluem a alfabetização

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Um em cada dez estudantes não consegue concluir a alfabetização nas escolas da rede pública. Dados do Censo Escolar 2017, divulgados nesta quarta-feira, 31, pelo Ministério da Educação, revelam que 11,6% dos alunos são reprovados ao fim do terceiro ano do ensino fundamental, quando termina a fase básica de aprender a ler, a escrever e a fazer contas de Matemática.
Ao anunciar os números, a ministra substituta da Educação, Maria Helena de Castro, não economizou adjetivos para lamentar os índices. Ela disse que a repetência mostra um “fracasso” da escola. A situação é “grave” também na conclusão do ensino fundamental, o fim da 9.ª série, quando 11,1% dos estudantes são reprovados, e na etapa escolar seguinte. Dos estudantes do ensino médio, 28,2% dos estudantes já passaram da idade ideal de completar os três anos dessa fase.
Sem minimizar os problemas de capacitação de professores e de infraestrutura das escolas, Maria Helena de Castro reclamou que há uma “cultura” de reprovar estudantes, com impacto na vida escolar e na autoestima. “Os professores são influenciados pela cultura da reprovação”, avaliou. Ela disse que as taxas de reprovação na rede pública brasileira não ocorrem, por exemplo, nos países vizinhos da América do Sul ou na Ásia. “Ninguém apresenta taxas de reprovação tão preocupantes como a nossa”, disse. “Com a reprovação, o aluno se sente muito mal e fica com a autoestima péssima. É inútil reprovar e não mudar o que a escola vai ensinar. É um fracasso da escola.”
Para Maria Inês Fini, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Institucionais (Inep), a pasta “de maneira nenhuma” incentiva professores a aprovar alunos que não sabem ler e escrever, mas também reclamou dos altos índices de repetência. “Há uma crença de que a reprovação agrega conhecimento. A reprovação contamina a cultura escolar.”
Carlos Moreno, diretor de Estatísticas Educacionais do Inep, afirmou que a preocupação maior é a repetência do aluno do 3.º ano do ensino fundamental, que deveria estar na faixa de 8 anos de idade. “É um dado muito negativo, pois trata-se da etapa que finaliza o ciclo de alfabetização”, avaliou.
Queda de matrículas
O número de crianças e adolescentes nas escolas públicas e privadas brasileiras caiu nos últimos quatro anos. O Censo mostra uma queda global de 45 milhões para 43,7 milhões de matrículas na comparação com 2013. Na avaliação do MEC, os dados de acesso ao ensino acompanham a dinâmica demográfica.
Mas o ministério comemorou os resultados da expansão, ainda tímida, do ensino integral, considerado uma prioridade pelo ministro Mendonça Filho. O levantamento registrou um aumento de 9,1% para 13,9% nas matrículas em escolas de tempo integral.
Deficiências
O Censo Escolar mostrou ainda deficiências dentro das salas de aula. Dos docentes da educação básica, 15% não têm curso superior. As deficiências aparecem também na estrutura física. O levantamento mostra que 61,1% das creches não têm banheiro adequado à educação infantil. No ensino fundamental, o estudo registrou escolas sem vasos sanitários (8,2%), salas de leitura e bibliotecas (45,7%) e laboratórios de ciências (88,5%). Há deficiências tanto na rede pública quanto na privada.
*Retirado do Repórter Diário

Varejo de SP acumula alta de 3,5% nas vendas, segundo Associação Comercial de SP



Resultado se refere ao volume de vendas de janeiro a novembro de 2017; segmentos mais dependentes de crédito cresceram entre 9% e 15,8%; ACSP frisa que recuperação não é homogênea nem disseminada entre os ramos, mas que retomada está consolidada e deve se intensificar 

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A pesquisa mensal ACVarejo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), aponta que o volume de vendas do varejo paulista aumentou 3,5% nos 11 primeiros meses de 2017 em comparação com igual período do ano anterior. “Há uma consolidação da retomada do comércio, que deverá prosseguir de forma cada vez mais intensa nos próximos meses, em resposta ao progressivo crescimento da renda, do emprego e do crédito. Além disso, pelo menos mais uma redução dos juros no começo de 2018 pode contribuir para essa intensificação”, comenta o economista Marcel Solimeo, diretor do Instituto de Economia Gastão Vidigal/ACSP, responsável pelo estudo.  
Com alta de 15,8%, o segmento de lojas de departamento, eletrodomésticos e eletroeletrônicos foi o que mais cresceu no comércio do Estado, de janeiro a novembro de 2017, na comparação anual. “Embora o número de dezembro ainda não tenha saído, dificilmente esse ramo terá seu desempenho superado por algum outro. É um segmento que se beneficiou bastante da base fraca registrada em 2016 e foi estimulado pela redução dos juros, pelas facilidades na concessão de crédito e pelo alongamento dos prazos no ano passado”, analisa Solimeo. Também bastante dependentes de crédito, lojas de móveis e decoração (10,4%), concessionárias de veículos (9,8%) e lojas de autopeças e acessórios(9%) se destacaram positivamente. 
Dois segmentos ― lojas de vestuário, tecidos e calçados (-1%) e outros tipos de comércio varejista (-3,3%) ― anotaram quedas de janeiro a novembro. Neste último, o que pesou foi o preço dos combustíveis, que tem sofrido consideráveis elevações, levando à redução do consumo.  “A comparação entre os ramos mostra que o crescimento do varejo não é homogêneo nem disseminado”, explica Solimeo. 
Todas as regiões do estado analisadas pela pesquisa ACVarejo registraram alta no volume de vendas nos 11 primeiros meses de 2017, com destaque positivo para a região de Jundiaí(8,4%). A menor elevação foi do Alto Tietê (0,1%).
Os dados abrangem o varejo ampliado, que considera concessionárias de veículos e lojas de materiais de construção, além dos segmentos habituais. No varejo restrito, que não inclui essas duas categorias, o aumento foi menor, de 2,7%.
A pesquisa ACVarejo é elaborada mensalmente pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP, com informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. São avaliadas nove atividades econômicas e 20 regiões paulistas.